[REVIEW] 10.000 A.C.

Março 16, 2008

Olá meus caros insones!

Voltei agora pouco do cinema onde fui ver o filme do momento, “10.000 AC”. Antes de começar a destacar os aspectos positivos e negativos do filme, tenho que confessar uma coisa: sou fã assumido do cineasta Roland Emmerich. Sim, adoro todos os seus filmes, desde de Independence Day, O Dia Depois de Amanhã, e até mesmo o mundialmente odiado Godzilla. Então, digo logo de cara que 10.000 AC é um bom filme e é altamente recomendável.

A história do filme, bastante simples, conta a história de D’Leh (Steven Strait), um jovem caçador de mamutes cujo pai, que também era um caçador, abandonou a vila em que vivem. Seus únicos amigos são Tic’Tic (Cliff Curtis), um caçador experiente e a jovem Evolet (a filha de brasileira Camilla Belle), por quem D’Leh se apaixona. Quando um grupo de guerreiros invade a vila e rapta vários habitantes da vila, além da própria Evolet, D’Leh parte em uma aventura para salvá-la. Durante a aventura, ele irá cruzar os caminhos de pássaros gigantes, um tigre dente-de-sabre e um grupo feroz de guerreiros que seguem um estranho deus sem nome.

O filme tem sido muito criticado por mostrar uma descrição equivocada de como era a Terra dez mil anos atrás. Mas eu digo uma coisa: quem estava lá para ver? Mas como já virou lugar comum criticar o diretor Roland Emmerich, todo mundo prefere ir pelo caminho seguro.

Mas eu sou fã declarado do cineasta, e me diverti em todas as cenas do filme. É um típico filme-pipoca mesmo: personagens carismáticos o suficiente para prender a atenção, cenários maravilhosos, efeitos especiais que beiram o realismo total (principalmente os mamutes), e um roteiro simples.

Mas é claro que o roteiro dá umas escorregadas com relação aos diálogos, principalmente um que determinado personagem diz “Não morra!”. E o filme sofre da fata de um vilão carismático, já que o Guerreiro com mais destaque, ora tem momentos de bondade, ora tem momentos de tremenda malvadeza. E o Deus da Pirâmide também foi um personagem bastante interessante, o qual gostaria que tivesse tido mais momentos no filme, mas não é isso que acontece.

Mas enfim, é bastante louvável o esforço que Emmerich faz para trazer uma aventura para todas as idades (apesar das inúmeras batalhas, o filme não tem sangue). E além do mais, o fato de sabermos muito pouco sobre aquele período de 10.000 anos atrás já é o suficiente para fazer viajar a mente de escritores e cineastas em todo canto do mundo. Enfim, o filme vem fazendo bastante sucesso nas bilheterias mundiais, trazendo assim mais um sucesso multimilionário para a carreira de Emmerich.

Bom galera, esse foi meu primeiro review para o Blog. Não é uma crítica, é mais um comentário de quem foi ver o filme com um olho mais clínico, mas sem deixar o entretenimento de lado.

Vão ver o filme! Vale a pena! E aproveitem o trailer do Indiana Jones 4 que passa antes. Só de ouvir o tema musical do Indy no cinema, meus olhos encheram de água!

10.000 AC. Direção de Roland Emmerich; escrito por Roland Emmerich e Harald Kloser. Com: Steven Strair, Camilla Belle, Cliff Curtis, Omar Sharif (narração). 109 min. 2008

por Gustavo Valente


[REVIEW] Priest 14

Setembro 28, 2007

Recebi muitos e-mails e um feed back bem legal quando falei sobre Priest, o manhwa (hq coreana) da Lumus Editora. Então vou colocar uma pequena review da útima edição, a número 14, o que prova que Priest é realmente um sucesso. Confiram:

Priest 14 - Arranjo Infernal

Contra a vontade de Belial, Ivan Isaacs precipitou seu reencontro com Armand, braço direito de Temozarela. Se quiser completar sua vingança, o ex-padre precisa agora sobreviver à espada do inimigo. A população de Windtale nem desconfia que a cidade está prestes a ser corrompida pelo batismo de sangue do anjo caído.