[CINEMA] Review de O Incrível Hulk

Olá insones!

Mais uma vez eu, Gustavo, conferi um dos blockbusters do ano só para resenhá-lo pra você!! E o filme de agora é o novo filme do Gigante Esmeralda da Marvel. E não decepciona nem um pouco.

Na trama do filme, o cientista Bruce Banner (Edward Norton) procura desesperadamente a cura para a radiação gama que envenenou suas células e libera a incontrolável e ilimitada força de raiva dentro dele: o Hulk.

Vivendo nas sombras – podado da vida que tinha e da mulher que ama, Betty Ross (Liv Tyler) – Banner luta para evitar a perseguição obsessiva de seu maior inimigo, General Thadeus “Thunderbolt” Ross (William Hurt), e o maquinário militar que visa capturá-lo e explorar brutalmente o seu poder.

O roteiro do filme é bem amarrado, e deixa várias pontas soltas para o futuro filme dos Vingadores. Assim como em Homem de Ferro, são muitas as referências ao universo da editora, como a S.H.I.E.L.D., Nick Fury, e é claro, Tony Stark, que faz sua participação neste filme em uma ponta que explicarei mais abaixo.

No campo das atuações, o diretor Louis Leterrier foi muito feliz em seu elenco. Edward Norton nos faz acreditar que Bruce Banner é um homem angustiado, desesperado por encontrar uma cura. Ele tem uma culpa muito forte por ter machucado sua namorada Betty Ross na sua primeira transformação em Hulk. Liv Tyler também mostra toda sua sensibilidade no papel de Betty, uma mulher forte e destemida acima de tudo (em determinada cena do filme, ela monta em cima do Hulk para acalmá-lo!!) William Hurt torna o general Ross um homem amargurado pelo desprezo de sua filha Betty, após a perseguição à Banner. Seu olhar transmite um misto de fúria militar e de tristeza. Tim Roth como o vilão Emil Blonsky também ficou interessante. Seu personagem desenvolve uma inveja pelo poder do Hulk, que decide se tornar um monstro também, primeiro tomando a fórmula do Supersoldado (eu ouvi alguém gritar “Capitão América”??) e depois se tornando um monstro “Abominável” nas mãos do dr. Samuel Sterns (Tim Blake Nelson, em papel pequeno porém marcante).

A direção de Louis Leterrier está formidável e não deixa o filme perder o ritmo, alternando tensas cenas de
ação (como na fábrica no escuro e no campus da universidade de Culver, sem mencionar a batalha final entre o Hulk e o Abominável), e cenas mais sensíveis como as cenas em que Norton e Tyler contracenam juntos. As cenas no Brasil também são excelentes e um dos pontos altos do filme.

O filme deixa várias pontas soltas que serão resolvidas nos próximos filmes da Marvel, por exemplo: o dr.
Sterns, depois de transformar Blonsky na criatura Abominável, é jogado em cima das amostras de sangue de
Banner. Sua testa começa a latejar e seu cérebro aparentemente cresce, dando origem a mais um vilão do Universo Mavel, o Líder. E tem o fato também de Banner visivelmente tentar controlar sua transformação, algo que será importante no futuro.

Stan Lee faz a sua tradicional pontinha, mas não tão divertida quanto as outras. A melhor ponta mesmo é a de Lou Ferrigno, o Hulk do seriado dos anos 80. Ele é um segurança que é subornado por Banner com um pedaço de pizza, depois ele ouve de Banner: “Você é O cara”! Até mesmo o Banner do seriado, Bill Bixby, aparece numa imagem de arquivo

Nota: 9,7!!

E que venha o Batman!!!!

Por Gustavo Valente
fonte: Omelete

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